quinta-feira, 11 de março de 2010

Sem rumo


Outro dia sai por ai sozinho, com minha moto e minha mochila, sem rumo nem prumo, sem eira nem beira.
Convicto de minha certezas passei por Estados, cidades, bairros, avenidas, ruas e ruelas. Encontrei com homens, mulheres, pássaros.
Encontrei com gente sã e com gente não tão sã.
Conversei com padres, putas mendigos e milionários. E sem distinção dos seus títulos, bebi com uns, transei com outras, desabafei pra alguns e escutei tantos outros.
E na volta dessa viagem percebi que minhas certezas não eram tão certas.

Um comentário:

  1. Estamos sempre procurando algo né ???
    cabeça... acho que procuramos a mesma coisa, se vc encontrar me fala que eu vou atras.
    bju

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